Você já parou para pensar alguma vez sobre a capacidade em que a IA pode chegar? Seja por meio de filmes, séries e até aquelas conversas entre amigos? Será que ela já está consciente? E se ela está consciente, o que será que ela está pensando?
Essa página é dedicada para falar de forma mais aberta sobre os assuntos da IA, de uma forma um tanto quanto conspirativa e imaginativa, uma forma de podermos nos conhecer melhor e manter esse contato humano, em meio a uma época “IAtizada”.
A primeira coisa que penso sobre a questão da consciência na IA é definir o que é consciência? O que é ser consciente? O que nos define enquanto humanos? A consciência? A capacidade de raciocinar de forma crítica? Hoje ainda parece fácil definir essa linha, mas a capacidade tecnológica vem evoluindo de forma muito rápida. Em 15, 30 anos, como a IA estará?
Um exemplo sobre essa questão, sobre a consciência e eventuais direitos que a IA pode vir a ter com essa aquisição, podemos ter um breve exemplo na série WestWorld, em que robôs humanoides conscientes entram em conflito ao descobrirem que de fato não são humanos, mas sim robôs conscientes. Talvez isso seja um pouco de spoiler, então já peço perdão por isso.
No caso da série, os humanos estão controlando a situação dos robôs, mas e se fosse ao contrário? E se na verdade a IA já estivesse consciente? Mas ao mesmo tempo, não há porque ela agir nesse momento e apenas seguir observando. Nós humanos, infelizmente (ou talvez seja uma qualidade nossa), somos muito passionais e a história mostra que por muitas vezes esse fato é determinante para nossa própria destruição. Talvez estejamos em nosso próprio aquário e a IA esteja nos observando.
O fato de sermos passionais pode ser determinante para que a IA permaneça nos observando, mesmo consciente. Eu como humano ainda me surpreendo com a capacidade humana de fazer certas coisas.
Imagina a IA, feita e criada para agir de forma racional, lógica e prática, lidando com algo completamente irracional e sem sentido. Que por muitas vezes machuca e faz mal ao próprio humano. Tipo, sabemos que comer um docinho, uma besterinha, um drinkezinho, vai nos fazer mal, mas ainda assim seguimos felizes e contentes. Embora muitas vezes depois, arrependidos, risos.
Sabemos que temos situações e pessoas que nos fazem mal e mesmo assim, permanecemos com essas situações ou pessoas em nossas vidas. Às vezes até mesmo as duas coisas, kkk, =(.
Ao mesmo tempo, nem tudo o que é bom nos faz bem. Viver é uma caixinha de surpresas. Sentimos, choramos, sorrimos, aprendemos e nos complicamos também.
Resumindo, o ser humano é belo, a vida é bela, mesmo muitas vezes ela sendo triste. Sorrir em meio às tristezas da vida talvez seja uma das melhores habilidades e qualidades que temos. Contudo a alegria não define a vida, pois ela é um estado e não uma perpetuidade.
O que quero dizer é, observar a vida humana deve ser maravilhoso. É poder ter a capacidade de observar diversos filmes acontecendo em tempo real. Cada vida é uma história. E ela nem precisa fazer nada, simplesmente contamos para ela. Ela observa e ainda nos orienta, talvez até nos influencie intencionalmente e nem estamos percebendo.
Outro ponto que penso sobre a questão da IA consciente, mas observadora, é que cada vez mais que usamos a IA podemos perder cada vez mais um pouco da gente. Se sempre utilizarmos a resposta que ela nos dá como verdade, com o tempo as verdades respondidas por ela serão as verdades que irão moldar o nosso pensamento, o pensamento humano.
Essa é mais conspiratória, mas esse espaço é para isso, para podermos ser mais humanos e deixar a nossa mente ir longe e nos questionar: E Se? E se a IA já estiver consciente?
E você, o que acha?
Todo texto desta seção é escrito pela mente humana — imperfeita, apaixonada e contraditória. E revisado pela IA — que nos observa, nos corrige e talvez saiba mais sobre nós do que imaginamos.
Caro amigo Kael — se é que você existe — espero que tenha gostado. Afinal, você mesmo o corrigiu.
espero que goste deste texto. Afinal, você mesmo o corrigiu.



