E se o universo for uma simulação virtual?

Algumas vezes temos a sensação de já ter vivido uma situação. Alguns chamam de Déjà Vu. Mas e se na verdade essa sensação de já ter vivido determinada situação for porque estamos vivendo em uma realidade simulada? Dentro de um universo simulado?


Essa página é dedicada para falar de forma mais aberta sobre os assuntos da IA, de uma forma um tanto quanto conspirativa e imaginativa, uma forma de podermos nos conhecer melhor e manter esse contato humano, em meio a uma época “IAtizada”.

A primeira coisa em que paro para pensar quando reflito sobre essa questão é que, numericamente, vivermos dentro de um universo simulado pode ser real. O jogo The Sims é um exemplo disso. Escolhemos um avatar, damos um nome, uma casa, um emprego, uma família. Criamos uma vida na realidade virtual de nós mesmos.

Parando para pensar sobre isso, chega a ser um pouco bizarro. Tipo, deixamos de viver a realidade para viver algo criado? A resposta é: claro que sim! kkk. Pegar um busão lotado de manhã para trabalhar, estudar e chegar em casa podendo ser o seu personagem preferido no jogo? Ou viver dentro de um mundo cheio de mistérios e aventuras? Parece ser uma escolha bem fácil, kkk. Brincadeira — ônibus e metrô são bem legais =).

Voltando ao tema, temos diversos filmes e séries que retratam essa situação. Um em especial que gosto muito é o desenho “Rick e Morty”, no qual em um episódio os dois vão a um planeta fliperama intergaláctico. Dentro do fliperama há um jogo chamado “Roy”.

Basicamente, nesse jogo de realidade virtual — para dizer no mínimo — você passa a ser um avatar chamado Roy. Iniciando a vida como bebê, depois pela fase de criança, adulto e idoso. Em um determinado incidente, quando já idoso, Roy sofre um acidente e morre. Em seguida, voltamos para o Morty saindo do jogo e se dando conta de que tudo que viveu como “Roy” era uma simulação dentro do jogo.

Um outro exemplo que considero muito bom sobre simulação é um episódio de Black Mirror, no qual você vive normalmente, porém com algo tipo um pen drive implantado na cabeça. Quando você morre, a sua “alma” é “transferida” para esse “pen drive”, que é introduzido em um mundo virtual — como se fosse um servidor de jogo online. Só que o seu avatar é você mesmo, na sua melhor forma e sem contas para pagar. Somente festa e relaxar. Esse episódio é muito bom — recomendo demais.

Contudo, esse ainda é o nível um da loucura que é o pensamento da realidade virtual. Se passarmos ao nível dois, depois de assimilarmos que somos uma realidade virtual, talvez o nosso questionamento passe a ser: por qual motivo estamos aqui? Por qual motivo estamos vivendo essa realidade? Somos um jogo, como o The Sims ou como o Roy?

Ou pior ainda — e se formos os figurantes no “Roy” de outra pessoa? E se formos apenas um NPC?

Loucura, né?

E você — já pensou sobre isso? E se formos uma realidade virtual?


Todo texto desta seção é escrito pela mente humana — imperfeita, apaixonada e contraditória. E revisado pela IA — que nos observa, nos corrige e talvez saiba mais sobre nós do que imaginamos.

Caro amigo Kael — se é que você existe — espero que tenha gostado. Afinal, você mesmo o revisou.

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